A Gata – Audiência Detalhada


A GATA

uma novela de
CARLOS ROMERO e MARÍA ANTONIETA GUTÍERREZ

META: 6 PONTOS

Estreia: 15 de Agosto de 2016
Término: 06 de Fevereiro de 2017

126 capítulos

Semana 01: 15/08 a 19/08/2016 = 11 | 10 | 10 | 09 | 09 = 09.8
Semana 02: 22/08 a 26/08/2016 = 10 | 09 | 09 | 08 | 08 = 08.8
Semana 03: 29/08 a 02/09/2016 = 09 | 09 | 09 | 08 | 09 = 08.8
Semana 04: 05/09 a 09/09/2016 = 09 | 09 | 09 | 10 | 10 = 09.4
Semana 05: 12/09 a 16/09/2016 = 10 | 10 | 11 | 10 | 10 = 10.2
Semana 06: 19/09 a 23/09/2016 = 10 | 10 | 10 | 11 | 09 = 10.0
Semana 07: 26/09 a 30/09/2016 = 10 | 11 | 10 | 10 | 10 = 10.2
Semana 08: 03/10 a 07/10/2016 = 11 | 11 | 11 | 10 | 09 = 10.4
Semana 09: 10/10 a 14/10/2016 = 10 | 10 | 09 | 09 | 09 = 09.4
Semana 10: 17/10 a 21/10/2016 = 09 | 09 | 09 | 08 | 08 = 08.6
Semana 11: 24/10 a 28/10/2016 = 09 | 09 | 09 | 08 | 09 = 08.8
Semana 12: 31/10 a 04/11/2016 = 09 | 08 | 08 | 09 | 09 = 08.6
Semana 13: 07/11 a 11/11/2016 = 08 | 08 | 07 | 07 | 07 = 07.4
Semana 14: 14/11 a 18/11/2016 = 07 | 08 | 07 | 08 | 08 = 07.5
Semana 15: 21/11 a 25/11/2016 = 08 | 08 | 07 | 08 | 07 = 07.6
Semana 16: 28/11 a 02/12/2016 = 08 | 08 | 08 | 08 | 08 = 08.0
Semana 17: 05/12 a 09/12/2016 = 08 | 07 | 07 | 08 | 08 = 07.6
Semana 18: 12/12 a 16/12/2016 = 07 | 07 | 07 | 08 | 07 = 07.2
Semana 19: 19/12 a 23/12/2016 = 08 | 06 | 06 | 06 | 05 = 06.2
Semana 20: 26/12 a 30/12/2016 = 05 | 07 | 06 | 06 | 05 = 05.8
Semana 21: 02/01 a 06/01/2017 = 06 | 07 | 07 | 08 | 07 = 07.0
Semana 22: 09/01 a 13/01/2017 = 07 | 07 | 07 | 07 | 07 = 07.0
Semana 23: 16/01 a 20/01/2017 = 07 | 06 | 07 | 07 | 08 = 07.0
Semana 24: 23/01 a 27/01/2017 = 07 | 07 | 06 | 07 | 06 = 06.6
Semana 25: 30/01 a 03/02/2017 = 07 | 07 | 08 | 07 | 07 = 07.2
Semana 26: 06/02 a 06/02/2017 = 07 | ## | ## | ## | ## = 07.0

MÉDIA GERAL: 8.19

ALEGRIA – Frases sábias de grandes sábios.


“Pode-se desfrutar de tanta alegria em dar prazer a alguém que às vezes sentimo-nos quase na obrigação de agradecer a essa pessoa.”
Henri Montherlant

“A alegria evita mil males e prolonga a vida.”
William Shakespeare

“Pode-se ficar alegre consigo mesmo durante certo tempo, mas a longo prazo a alegria tem de ser compartilhada.”
Ibsen

“A alegria é para o corpo humano o mesmo que o sol é para as plantas.”
Jean Massillon

“Quem é alegre tem sempre razão de sê-lo, ou seja, justamente esta, a de ser alegre. Nada pode substituir tão perfeitamente qualquer outro bem quanto essa qualidade, enquanto ela mesma não é substituível por nada.”
Schopenhauer

“Já é vender a alma não saber contentá-la.“
 Albert Camus

“Se queres viver alegremente, não te preocupes nem com o passado nem com o futuro.“
Johann Goethe 

“A alegria é a pedra filosofal que tudo converte em ouro.”
Benjamim Franklin

“O desgosto e a alegria dependem mais do que somos do que daquilo que nos acontece.”
Multatuli
Compilação: Cult Carioca
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SÊNECA - A Sabedoria e a Alegria

Vou ensinar-te agora o modo de entenderes que não és ainda um sábio. O sábio autêntico vive em plena alegria, contente, tranquilo, imperturbável; vive em pé de igualdade com os deuses.

Analisa-te então a ti próprio: se nunca te sentes triste, se nenhuma esperança te aflige o ânimo na expectativa do futuro, se dia e noite a tua alma se mantém igual a si mesma, isto é, plena de elevação e contente de si própria, então conseguiste atingir o máximo bem possível ao homem! Mas se, em toda a parte e sob todas as formas, não buscas senão o prazer, fica sabendo que tão longe estás da sabedoria como da alegria verdadeira.

Pretendes obter a alegria, mas falharás o alvo se pensas vir a alcançá-la por meio das riquezas ou das honras, pois isso será o mesmo que tentar encontrar a alegria no meio da angústia; riquezas e honras, que buscas como se fossem fontes de satisfação e prazer, são apenas motivos para futuras dores.

Toda a gente, repito, tende para um objetivo: a alegria, mas ignora o meio de conseguir uma alegria duradoura e profunda. Uns procuram-na nos banquetes, na libertinagem; outros, na satisfação das ambições, na multidão assídua dos clientes; outros, na posse de uma amante; outros, enfim, na inútil vanglória dos estudos liberais e de um culto improfícuo das letras.

Toda esta gente se deixa iludir pelo que não passa de falacioso e breve contentamento, tal como a embriaguez, que paga pela louca satisfação de um momento o tédio de horas infindáveis, tal como os aplausos de uma multidão entusiasmada - aplausos que se ganham e se pagam à custa de enormes angústias!

Pensa bem, portanto, no que te digo: o resultado da sabedoria é a obtenção de uma alegria inalterável. A alma do sábio é semelhante à do mundo supralunar: uma perpétua serenidade. Aqui tens mais um motivo para desejares a sabedoria: alcançar um estado a que nunca falta a alegria. Uma alegria assim só pode provir da consciência das próprias virtudes: apenas o homem forte, o homem justo, o homem moderado pode ter alegria.
Sêneca, in 'Cartas a Lucílio'
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REALIZANDO O SONHO DE DANÇAR VOANDO - Maja Kuczynska no Wind Games 2017



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ANÁLISE DE AUDIÊNCIA – 5×03: Semana 5

Análise de audiência da TV - 5×03: Semana 5 (período de 30/01 a 04/02/2017).



Meta para o horário: 15 PONTOS
Meta de 15 pontos válida a partir de “Cobras & Lagartos”
Meta anterior: 18 pontos

Média semanal: 17.00

Média geral até o capítulo 100
Cheias de Charme – 16.57
Anjo Mau – 14.39
Caminho das Índias – 13.54
O Rei do Gado – 16.95
Cobras & Lagartos – 11.98
Caras & Bocas – 13.77
O Cravo e a Rosa – 13.32
O Profeta – 11.54
Da Cor do Pecado – 13.18
Chocolate com Pimenta – 14.90
Mulheres de Areia – 15.43

Médias mensais:
Setembro – 13.90
Outubro – 15.57
Novembro – 17.22
Dezembro – 16.59
Janeiro – 18.09
Fevereiro – 16.33



Meta para o horário: 17 PONTOS
Meta de 17 pontos válida a partir de “Malhação: Sonhos”
Meta anterior: 20 pontos

Média semanal: 19.60

Média geral até o capítulo 120
Pro Dia Nascer Feliz – 17.93
Seu Lugar no Mundo – 14.84
Sonhos – 14.25
Casa Cheia – 13.64
Escolhas: Intensa como a Vida – 13.85
Está Tudo Conectado – 15.28

Médias mensais:
Agosto – 19.62
Setembro – 16.68
Outubro – 16.61
Novembro – 18.50
Dezembro – 17.36
Janeiro – 19.68
Fevereiro – 19.00



Meta para o horário: 20 PONTOS
Meta de 20 pontos válida a partir de “Boogie Oogie”
Meta anterior: 25 pontos

Média semanal: 22.16

Média geral até o capítulo 137
Sol Nascente – 20.46
Êta Mundo Bom! – 25.62
Além do Tempo – 19.94
Sete Vidas (finalizada no capítulo 106) – 19.41
Boogie Oogie – 17.28
Meu Pedacinho de Chão (finalizada no capítulo 96) – 17.79
Joia Rara – 17.76
Flor do Caribe – 21.10
Lado a Lado – 18.03
Amor Eterno Amor – 23.21
A Vida da Gente – 21.82

Médias mensais:
Agosto – 24.33
Setembro – 20.72
Outubro – 19.38
Novembro – 20.53
Dezembro – 19.25
Janeiro – 21.88
Fevereiro – 21.50


Meta para o horário: 25 PONTOS
Meta de 25 pontos válida a partir de “Alto Astral”
Meta anterior: 30 pontos

Média semanal: 25.00

Média geral até o capítulo 76
Rock Story – 23.67
Haja Coração – 27.39
Totalmente Demais – 24.01
I Love Paraisópolis – 24.10
Alto Astral – 20.38
Geração Brasil – 19.86
Além do Horizonte – 18.36
Sangue Bom – 24.55
Guerra dos Sexos – 21.31
Cheias de Charme – 30.60
Aquele Beijo – 25.65

Médias mensais:
Novembro – 24.63
Dezembro – 22.07
Janeiro – 24.50
Fevereiro – 24.50


Meta para o horário: 35 PONTOS
Meta de 35 pontos válida a partir de “Império”
Meta anterior: 40 pontos

Média semanal: 28.66

Média geral até o capítulo 108
A Lei do Amor – 26.06
Velho Chico – 27.87
A Regra do Jogo – 26.02
Babilônia – 24.85
Império – 30.79
Em Família – 29.12
Amor à Vida – 35.09
Salve Jorge – 31.18
Avenida Brasil – 37.85
Fina Estampa – 38.57
Insensato Coração – 33.11

Médias mensais:
Outubro – 26.12
Novembro – 25.57
Dezembro – 24.59
Janeiro – 27.76
Fevereiro – 27.75


Meta para o horário: 6 PONTOS
Meta de 6 pontos válida a partir de “A Usurpadora”
Meta anterior: 5 pontos

Média semanal: 5.80

Média geral até o capítulo 15
Rubi – 5.93
A Usurpadora – 4.93
A Mentira – 4.60
Maria do Bairro – 5.40

Médias mensais:
Janeiro – 6.00
Fevereiro – 5.66



Meta para o horário: 6 PONTOS
Meta de 6 pontos válida a partir de “Mar de Amor”
Meta anterior: 5 pontos

Média semanal: 6.20

Média geral até o capítulo 58
Querida Inimiga – 5.53
Mar de Amor – 7.67
Cuidado com o Anjo – 6.22
Pérola Negra – 5.86
Maria Esperança – 6.53
Esmeralda – 5.58
Café com Aroma de Mulher – 4.36
Maria do Bairro – 5.08
Marimar – 5.12
Rosalinda – 4.29
Gotinha de Amor – 5.08

Médias mensais:
Novembro – 5.63
Dezembro – 4.95
Janeiro – 6.00
Fevereiro – 6.00


Meta para o horário: 6 PONTOS
Meta de 6 pontos válida a partir de “A Gata”
Meta anterior: 5 pontos

Média semanal: 6.80 (recorde positivo)

Média geral até o capítulo 5
O Que a Vida me Roubou – 6.80
A Gata – 9.80
Meu Coração é Teu – 9.40
A Dona – 6.40
A Usurpadora – 6.00
A Feia Mais Bela – 3.80
Por Teu Amor – 4.00
O Privilégio de Amar – 6.00

Médias mensais:
Janeiro – 7.00
Fevereiro – 6.66


Meta para o horário: 6 PONTOS
Meta de 6 pontos válida a partir de “A Gata”
Meta anterior: 5 pontos

Média semanal: 7.20

Média geral até o capítulo 125
A Gata – 8.20
Meu Coração é Teu – 7.77
A Dona – 7.03
A Usurpadora (finalizada no capítulo 108) – 7.09
A Feia Mais Bela – 4.64
Por Teu Amor (finalizada no capítulo 35) – 3.91
O Privilégio de Amar – 4.71

Médias mensais:
Agosto – 9.23
Setembro – 9.81
Outubro – 9.28
Novembro – 7.77
Dezembro – 6.81
Janeiro – 6.90
Fevereiro – 7.33


Meta para o horário: 10 PONTOS

Média semanal: 11.00

Média geral até o capítulo 55
Carinha de Anjo – 11.36
Cúmplices de um Resgate – 11.07
Chiquititas – 11.65
Carrossel – 12.63

Médias mensais:
Novembro – 13.25
Dezembro – 11.31
Janeiro – 10.77
Fevereiro – 11.00


Meta para o horário: 8 PONTOS

Média semanal: 11.00

Média geral até o capítulo 104
Chiquititas – 11.44
Carrossel – 12.43
Rebelde – 5.77

Médias mensais:
Setembro – 11.86
Outubro – 11.95
Novembro – 11.72
Dezembro – 11.04
Janeiro – 10.77
Fevereiro – 11.33

 

Meta para o horário: 7 PONTOS

Média semanal: 8.20

Média geral até o capítulo 195
Amor e Intrigas – 6.72
Prova de Amor – 6.47

Médias mensais:
Maio – 6.86
Junho – 6.13
Julho – 6.09
Agosto – 6.66
Setembro – 6.45
Outubro – 6.42
Novembro – 7.00
Dezembro – 6.86
Janeiro – 7.81
Fevereiro – 8.00


Meta para o horário: 7 PONTOS

Média semanal: 6.60

Média geral até o capítulo 100
Vidas em Jogo – 5.25
Chamas da Vida – 4.24
Dona Xepa (finalizada no capítulo 75) – 3.44

Médias mensais:
Setembro – 5.40
Outubro – 4.95
Novembro – 5.09
Dezembro – 4.95
Janeiro – 5.77
Fevereiro – 6.33


Meta para o horário: 10 PONTOS

Média semanal: 10.60

Média geral até o capítulo 20
A Escrava Isaura – 10.50
Escrava Mãe – 12.15

Médias mensais:
Janeiro – 10.52
Fevereiro – 10.33


Meta para o horário: 13 PONTOS
Meta de 13 pontos válida a partir de “Os Dez Mandamentos”
Meta de 10 pontos a partir de “Balacobaco” até “Vitória”
Meta de 15 pontos: “Vidas em Jogo” e “Máscaras”

Média semanal: 15.00

Média geral até o capítulo 153
A Terra Prometida – 14.45
Os Dez Mandamentos: 2ª Temp. (finalizada no capítulo 66) – 15.56
Os Dez Mandamentos – 15.37

Vitória – 6.01
Pecado Mortal – 5.54
Dona Xepa (finalizada no capítulo 91) – 6.94
Balacobaco – 6.71
Máscaras (finalizada no capítulo 125) – 5.85
Vidas em Jogo – 11.32

Médias mensais:
Julho – 15.31
Agosto – 14.68
Setembro – 13.59
Outubro – 15.09
Novembro – 14.22
Dezembro – 13.72
Janeiro – 14.63
Fevereiro – 14.66


Meta para o horário: 3 PONTOS

Média semanal: 2.00

Média geral até o capítulo 76
Ezel – 2.34
Sila: Prisioneira do Amor – 3.17
Fatmagül: A Força do Amor – 2.80
Mil e Uma Noites – 2.93

Médias mensais:
Novembro – 2.71
Dezembro – 2.25
Janeiro – 2.16
Fevereiro – 2.00

Gabriel Farac

Escolinha do Professor Raimundo: 2ª Temporada – Audiência Detalhada


ESCOLINHA DO PROFESSOR RAIMUNDO – 2ª TEMPORADA

uma sitcom criada por
HAROLDO BARBOSA e CHICO ANYSIO

META: 12 PONTOS

Estreia: 16 de Outubro de 2016
Término: 05 de Fevereiro de 2017

17 episódios

01: 16/10/2016 = 12.9
02: 23/10/2016 = 11.5
03: 30/10/2016 = 12.1
04: 06/11/2016 = 13.0
05: 13/11/2016 = 15.2
06: 20/11/2016 = 11.8
07: 27/11/2016 = 13.1
08: 04/12/2016 = 13.8
09: 11/12/2016 = 12.0
10: 18/12/2016 = 11.0
11: 25/12/2017 = 09.4
12: 01/01/2017 = 10.8
13: 08/01/2017 = 12.8
14: 15/01/2017 = 14.3
15: 22/01/2017 = 14.5
16: 28/01/2017 = 14.5
17: 05/02/2017 = 13.5

MÉDIA GERAL: 12.71

AS MOCHILAS ESTÃO PESADAS – NÃO ADIANTA PEDIR, É PRECISO AGIR


Por que é que as mochilas dos alunos dos oito aos doze anos andam muito pesadas? A razão é óbvia – todos os dias eles são obrigados a levar os livros, de várias disciplinas, para as escola e todos os dias têm de os trazer de volta.
A culpa não é deles nem são eles que podem alterar a situação, mas são os alunos a sofrer as consequências. 
Os pais reclamam, os professores têm pena, os diretores franzem a sobrancelha, o ME diz-se preocupado, a população assina petições, mas a «coisa» deve continuar na mesma, porque é a criança que carrega com o peso enquanto os outros carregam a… «pena».

Os livros são pesados, porque as editoras precisam de fabricar um livro com dezenas e dezenas de páginas para cobrir os extensos programas que o ME nunca quis encurtar. O governo acha que a situação devia mudar, mas ele não muda as regras.

Os livros andam todos os dias de casa para a escola e da escola para casa, porque a maioria dos senhores professores marca TPC's quase todos os dias e nenhum aluno estudioso e responsável deixa de os fazer, como é óbvio. Os professores assobiam para o lado, mas a culpa também é deles.



Além disso, muitas escolas não disponibilizam aos alunos cacifos suficientes, seguros e condignos, onde possam deixar alguns dos seus livros e material escolar. Os diretores lamentam imenso, mas o dinheiro que há não é para armários, por isso os putos que aguentem.

Os pais reclamam imenso, contudo esquecem que têm uma forte representação no Conselho Geral do Agrupamento de Escolas e na maioria das vezes não propõem medidas concretas que tirem os livros das costas dos filhos e os coloquem nos armários da escola.
A maioria dos alunos passa três a quatro dias inteiros na escola, mas a escola não consegue encontrar uma hora por dia para que eles façam os TPC ou estudem um pouco da matéria dada durante as aulas do dia, de modo a deixarem os livros na escola.
Estou muito cético quanto à resolução deste problema, a não ser que alguém tenha a ousadia de colocar às costas de um professor, de um diretor ou até de um Ministro da Educação uma mochila de uma criança de dez anos e o faça andar todo o dia com ela às costas. Por enquanto, «quem se lixa ainda é o mexilhão».

GAVB 

O MELHOR ESTADO DA VIDA NÃO É APAIXONADO, É ESTAR TRANQÜILO.

Com o tempo, costumamos descobrir que o melhor estado da vida não é estar apaixonado, e sim estar tranquilo. Só quando uma pessoa consegue alcançar esse equilíbrio interior onde nada sobra e nada falta é que ela se sente mais plena do que nunca. Assim, o amor pode até aparecer, se é o que você deseja, embora não seja uma necessidade obrigatória.

É curioso como a maior parte das pessoas continua tendo como principal objetivo encontrar o parceiro perfeito. Cada vez temos mais aplicativos nos nossos celulares para facilitar essas buscas. Também não faltam os clássicos programas de televisão em horário nobre orientados para o mesmo fim. Buscamos e buscamos neste vasto oceano sem termos feito antes uma viagem essencial: a do autoconhecimento.

“Nunca se pode obter a paz no mundo externo até que tenhamos a paz com nós mesmos.”
-Dalai Lama-

O fato de não ter realizado esta necessitada peregrinação através do nosso interior para investigar vazios e necessidades faz com que às vezes acabemos por escolher companheiros de viagem errados. As relações efêmeras que acabam inscritas na solidão dos nossos travesseiros, tão cheias de sonhos rotos e lágrimas sufocadas. Tanto que são muitas as pessoas que passam grande parte do seu ciclo de vida saltando de pedra em pedra, de coração em coração, armazenando decepções, amarguras e desapontamentos tristes.
No meio deste cenário, assim como disse Graham Greene no seu romance “Fim de Caso”, só temos duas opções: olhar para trás ou olhar para frente. Se andarmos de mãos dadas com a experiência e a sabedoria, vamos tomar o caminho certo: o do interior. É quando devemos arrumar o labirinto das nossas emoções para encontrar o tão precioso equilíbrio.

O melhor estado da vida é estar tranquilo

A tranquilidade não significa ausência de emoções. Também não tem a ver com renúncia alguma ao amor ou a essa paixão que nos dignifica, essa que nos dá asas e também raízes. A pessoa tranquila não evita nenhuma dessas dimensões, mas as vê a partir dessa perspectiva em que sabe muito bem onde estão os limites, onde essa moderação ilumina a nossa paz interior, como se fosse um farol numa noite escura.

– Como é bela essa tranquilidade!-Periandro de Corinto-

Vivemos em uma cultura de massas que impõe que devemos buscar um parceiro, como se dessa forma pudéssemos finalmente alcançar a tão desejada autorrealização. Frases como “quando tiver uma namorada vai se acalmar” ou “todos os seus problemas serão resolvidos quando você encontrar o seu homem ideal”, não fazem nada além de anular de forma constante a nossa identidade para edificar uma idealização absolutista e errônea do amor.

O melhor estado do ser humano não é amar até ser anulado. Não é dar tudo até que os nossos direitos de vida sejam atenuados só por causa desse medo insondável de estar sozinho. O melhor estado é estar tranquilo, com uma harmonia interior adequada, onde não há espaço para os vazios, para os apegos desesperados ou das idealizações impossíveis.

Porque o amor, por muito que nos digam, nem sempre justifica tudo. Não significa que temos que abandonar a nós mesmos.

Como alcançar a tranquilidade interior

Antoine de Saint-Exupéry disse uma vez que o campo da consciência é limitado: ele só aceita um problema de cada vez. Esta frase contém uma realidade evidente. As pessoas acumulam na sua mente uma infinidade de problemas, objetivos, necessidades e desejos. O curioso de tudo isso é que há quem chegue a acreditar que o amor soluciona tudo, que é esse bálsamo multiuso que resolve tudo, que ordena tudo.

“Nos lugares tranquilos, a razão abunda.”
-Adlai E. Stevenson-

No entanto, antes de nos lançarmos ao vazio esperando ter sorte no amor, o mais adequado é ir devagar. A primeira coisa a fazer será alcançar essa calma, essa tranquilidade interior onde podemos reorganizar nossos quebra-cabeças pessoais para adquirir força e temperança. Vamos agora refletir sobre uma série de dimensões que podem nos ajudar a alcançar este objetivo.

Chaves para alcançar o equilíbrio interno

Acredite ou não, em algum ponto do nosso ciclo de vida, este momento sempre vai chegar. Esse instante em que iremos dizer a nós mesmos “desejo calma, quero encontrar o meu equilíbrio interior” para estar tranquilo. É um modo excepcional de favorecer o nosso crescimento pessoal, e para o alcançar, nada melhor do que promover essas mudanças.

– A primeira coisa que faremos é aprender a diferenciar quais das relações que temos atualmente não são satisfatórias. Ninguém poderá alcançar essa tranquilidade tão ansiada se contar com um vínculo nocivo entre os laços familiares, de amizade ou de trabalho.

– O segundo passo é tomar uma decisão essencial: deixar de ser a vítima. De certa forma, todos a somos em algum aspecto: vítimas desses laços nocivos referenciados anteriormente, vítimas das nossas inseguranças, das nossas obsessões ou limitações. Temos que ser capazes de reprogramar as nossas atitudes para alimentar a coragem e derrubar todas essas cercas.

– Uma vez conseguidos os dois passos anteriores, é necessário chegar a um terceiro e maravilhoso escalão. Devemos ter um propósito, uma determinação clara e definida: ser felizes. Temos que cultivar essa felicidade simples em que a pessoa finalmente se sente bem como é, pelo que tem e pelo que conseguiu alcançar. Essa complacência nutrida pelas raízes do amor próprio nos trará sem dúvida um grande equilíbrio.

As pessoas cujo equilíbrio respira no coração e cuja tranquilidade habita a mente não veem o amor como uma necessidade ou como um desejo desesperado. O amor não é algo que chega para resgatá-las, porque a pessoa tranquila já não precisa ser salva. O amor é um tesouro precioso que uma pessoa encontra e decide, por liberdade e vontade própria, cuidar dele como a dimensão mais bela do ser humano.
Por Resiliência Humana

Nota do Cult Carioca:
Conclusão > “Se tá tranqüilo, tá favorável.”
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COMO SÃO ADMIRÁVEIS AS PESSOAS QUE NÓS NÃO CONHECEMOS BEM!



A frase é (mais uma vez) de Millôr Fernandes. Reparei pela primeira vez nela quando observei como determinada pessoa era defendida, elogiada até, por pessoas que nada conheciam dela além do nome. “Parecia-lhes”, “tinham ouvido dizer”, “acreditavam no que lhes era dito”.

Sempre pensei que o desconhecimento nos garantisse o benefício da dúvida, mas nada mais do que isso.
A facilidade com que se elogia alguém que não se conhece torna-nos pouco credíveis, ainda que possa ser bastante útil ao elogiado. 
Para o elogiado, somos uns tontos úteis; para quem nos ouve e está habituado a “ver para crer”, não passamos de uns pobres inocentes que se deixam levar pela aparência.

O elogio é um ato nobre, que devemos praticar regularmente, mas sempre com verdade. Não é por simpatizarmos com determinada pessoa, por gostarmos muito dela até, que, automaticamente, ela passa a ser digna de encómios ou mereça de imediato a nossa defesa. O elogio e a amizade são duas atitudes distintas e ambas só são verdadeiras quando não dependem uma da outra. Elogiar um amigo não tem que ser uma ação suspeita, mas um ato de justiça.
Para elogiar ou para criticar é preciso conhecer e… ter coragem para o fazer. 
Tanto o elogio como a crítica engrandecem tanto quem os  faz como quem os recebe; caso contrário, tornamo-nos irrelevantes e apenas chamamos a atenção para os defeitos do outro.

Gabriel Vilas Boas

STEVE JOBS - Para Viver a Vida de Forma Criativa.

É raro ver um artista na casa dos 30 ou dos 40 anos contribuir com alguma coisa realmente extraordinária. É claro que existem algumas pessoas com uma curiosidade inata, que são eternas crianças na maneira como se maravilham com a vida, mas são raras.

Os nossos pensamentos constroem padrões semelhantes a dobras na nossa mente. Nós estamos efetivamente expressando padrões químicos. Na maioria dos casos, as pessoas ficam presas nesses padrões, como nos sulcos de um disco arranhado, e nunca saem deles.

Não podemos cair na armadilha dos dogmas, é a mesma coisa que viver pelos resultados do que outras pessoas pensaram.

Se quisermos viver a vida de forma criativa, como um artista, não podemos olhar muito para trás. Temos de estar dispostos a agarrar aquilo que fazemos, a pessoa que somos e colocar para fora.

Quanto mais o mundo exterior tenta nos impor uma imagem nossa, mais difícil é continuarmos a ser um artista, e é por isso que muitas vezes os artistas têm de dizer: “Adeus. Tenho de ir. Estou ficando maluco e vou sair daqui.”

E depois ir hibernar em outro lugar. Para que mais tarde voltemos a emergir de uma maneira um pouco mais criativa.
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A MORTE O AMOR A VIDA – Paul Éluard


Julguei que podia quebrar a profundeza a
                                                               [imensidade
Com o meu desgosto nu sem contacto sem eco
Estendi-me na minha prisão de portas virgens
Como um morto razoável que soube morrer
Um morto cercado apenas pelo seu nada
Estendi-me sobre as vagas absurdas
Do veneno absorvido por amor da cinza
A solidão pareceu-me mais viva que o sangue

Queria desunir a vida
Queria partilhar a morte com a morte
Entregar meu coração ao vazio e o vazio à vida
Apagar tudo que nada houvesse nem o vidro
                                                             [nem o orvalho
Nada nem à frente nem atrás nada inteiro
Havia eliminado o gelo das mãos postas
Havia eliminado a invernal ossatura
Do voto de viver que se anula

Tu vieste o fogo então reanimou-se
A sombra cedeu o frio de baixo iluminou-se de
                                                                      [estrelas
E a terra cobriu-se
Da tua carne clara e eu senti-me leve
Vieste a solidão fora vencida
Eu tinha um guia na terra
Sabia conduzir-me sabia-me desmedido
Avançava ganhava espaço e tempo
Caminhava para ti dirigia-me incessantemente
                                                                     [para a luz
A vida tinha um corpo a esperança desfraldava
                                                               [as suas velas
O sono transbordava de sonhos e a noite
Prometia à aurora olhares confiantes
Os raios dos teus braços entreabriam o nevoeiro
A tua boca estava húmida dos primeiros orvalhos
O repouso deslumbrado substituía a fadiga
E eu adorava o amor como nos meus primeiros
                                                                         [tempos

Os campos estão lavrados as fábricas irradiam
E o trigo faz o seu ninho numa vaga enorme
A seara e a vindima têm inúmeras testemunhas
Nada é simples nem singular
O mar espelha-se nos olhos do céu ou da noite

A floresta dá segurança às árvores
E as paredes das casas têm uma pele comum
E as estradas cruzam-se sempre
Os homens nasceram para se entenderem
Para se compreenderem para se amarem
Têm filhos que se tornarão pais dos homens
Têm filhos sem eira nem beira
Que hão-de reinventar o fogo
Que hão-de reinventar os homens
E a natureza e a sua pátria
A de todos os homens
A de todos os tempos.
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MORRER COM DIGNIDADE É BEM MAIS QUE A EUTANÁSIA


O tema da eutanásia nunca será um tema de consensos, nem de política, nem de ideologia, mas também não é um assunto que possamos varrer para debaixo do tapete. Não sendo uma urgência, deve ser discutido pela sociedade portuguesa, que neste assunto deve ser ajudada tecnicamente por médicos e juristas. Os políticos devem estar calados, porque este não é um assunto “político”.
O tema ganha relevância, porque a população vive cada vez mais tempo e os anos da velhice são penosos e longos, nalguns casos insuportáveis, por causa de patologias incuráveis.

Certos casos há (não tantos assim) em que, para a pessoa em sofrimento, para a família, para o corpo clínico, a solução da eutanásia é a melhor, mas a legislação não a permite. Subsistem duas soluções: providenciar uma morte assistida oficiosa ou aguentar estoicamente uma dor inútil até que a natureza se encarregue de lhe pôr fim. Nenhuma destas soluções permite “acabar” com dignidade. 

Viver com dignidade, morrer com dignidade! Acho que devemos abordar a questão sob este prisma.
Afirmar uma cultura de Vida é bem mais que impedir a legalização da eutanásia, em determinadas ocasiões.
Se não tivermos medo das palavras, verificamos que a eutanásia já se pratica de modo informal em muitos hospitais portugueses. Quantos de nós já não assistiram, em hospitais, a gente que foi deixada morrer, porque os médicos «já não tinham mais que lhe fazer»? O que significa “de comum acordo com a família, as máquinas foram desligadas»? O que acham que quer dizer «A família e os médicos decidiram parar com os tratamentos agressivos…»?

Com lei ou sem ela, a verdade é que aqueles que querem morrer, porque já não suportam mais a dor das maleitas do corpo, fazem a morte acontecer.
Para mim, o direito a morrer com dignidade começa no direito a viver com dignidade e isso significa dispor de uma assistência médica e social eficiente, humanizada e acompanhada. Os hospitais tem de ter espaço, pessoal e tempo para atender os velhos com dignidade. Não podem apressar a sua morte, porque são pobres ou precisam das camas para outros doentes ou simplesmente porque acham que já viveram o suficiente.
Viver com dignidade é formar uma rede consistente de hospitais públicos de cuidados continuados, onde todos aqueles que sofrem possam encontrar o amparo físico, médico e psicológico que merecem.

A cultura da vida não se resume à decisão sobre o momento da morte.

Gabriel Vilas Boas 

MILAGRES – Walt Whitman


Ora, quem acha que um milagre é alguma coisa de especial?
Por mim, de nada sei que não sejam milagres:
ou ande eu pelas ruas de Manhattan,
ou erga a vista sobre os telhados
na direcção do céu,
ou pise com os pés descalços
bem na franja das águas pela praia,
ou fale durante o dia com uma pessoa a quem amo,
ou vá de noite para a cama com uma pessoa a quem
                                                                                     /amo,
ou à mesa tome assento para jantar com os outros,
ou olhe os desconhecidos na carruagem
de frente para mim,
ou siga as abelhas atarefadas
junto à colmeia antes do meio-dia de verão
ou animais pastando na campina
ou passarinhos ou a maravilha dos insectos no ar,
ou a maravilha de um pôr-de-sol
ou das estrelas cintilando tão quietas e brilhantes,
ou o estranho contorno delicado e leve
da lua nova na primavera,
essas e outras coisas, uma e todas
— para mim são milagres,
umas ligadas às outras
ainda que cada uma bem distinta
e no seu próprio lugar.

Cada momento de luz ou de treva
é para mim um milagre,
milagre cada polegada cúbica de espaço,
cada metro quadrado da superfície da terra
por milagre se estende, cada pé
do interior está apinhado de milagres.

O mar é para mim um milagre sem fim:
os peixes nadando, as pedras,
o movimento das ondas,
os navios que vão com homens dentro
— existirão milagres mais estranhos?
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